e foi isso no giro
um canadense, um espanhol e um belga
1Ryder HESJEDALCanadaGRM91:39:022Joaquin RODRIGUEZ OLIVERSpainKAT+163Thomas DE GENDTBelgiumVCD+1:39
Giro d’Italia 2012
Canada! How proud of Ryder are you all?

This is a tumblelog, kinda like a blog but with short-form, mixed-media posts with stuff I like. Scroll down a bit to start reading, or a bit more to read more about me.
e foi isso no giro
um canadense, um espanhol e um belga
1Ryder HESJEDALCanadaGRM91:39:022Joaquin RODRIGUEZ OLIVERSpainKAT+163Thomas DE GENDTBelgiumVCD+1:39
Giro d’Italia 2012
Canada! How proud of Ryder are you all?
CACIQUE DAY :-)
Environment and Development, feito por Rafic Farah em 1992. Para divulgar a ECO 92, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, a pedido do governo brasileiro, Farah sobrepõe a imagem de um índio pintado pelo alemão Johann-Moritz Rugendas (1802-1858) a páginas de uma lista telefônica
A pouco mais de 20 quilômetros de Joinville, no limite entre Araquari e Guaramirim, localiza-se a aldeia guarani Tiaraju, mais populosa da região Norte de Santa Catarina. São 23 famílias indígenas que moram às margens das BRs 280 e 101 com uma contradição diária: manter as tradições dos ancestrais e conviver com o progresso batendo à porta, como o barulho dos caminhões que se ouve a cada momento.
GALERIA: veja mais imagens da aldeia
Lá vivem 112 pessoas, dos 436 indígenas da região, principalmente crianças. Longe da imagem sempre divulgada de índios pintados, em rituais, na aldeia o dia a dia é comum ao de muita gente.
Vídeo: a aldeia guarani Tiarajú por um olhar de uma forasteira
As crianças acordam, vão à escola indígena enquanto os pais trabalham, fora ou na aldeia. A sobrevivência das famílias se dá principalmente pela renda obtida com a venda dos artesanatos, feitos com materiais tirados da própria mata.
Confira o mapa das aldeias no Norte de SC
Mas diferentemente de outros lugares, a Tiaraju tem seu próprio universo, que destoa do urbano e do rural. São as crenças guaranis e o modo de vida pacato que trazem uma aura diferente. De quem tem muito a ensinar por cultivar as memórias dos mais velhos, dos que viveram mais.
Marta Brizola, 49 anos, é a mais velha do grupo e também tem o nome de Tará, recebido no batismo guarani. Viúva de pajé, ela é a pessoa que mais sabe sobre ervas e é considerada a parteira da região. Mesmo em outras aldeias, é chamada para trazer mais uma criança ao mundo. A última foi Jenifer, de dez dias, filha de Cecília, professora indígena e neta de Marta.
A professora optou pelo parto na aldeia para seguir uma tradição. Ela, assim como outras mulheres, vê no parto em casa, feito pela mais velha do grupo, uma forma de manter viva a cultura indígena.
Quando crescer, Jenifer passará por um ritual centenário no costume guarani: o batismo. Lá ela recebe o nome indígena, que traz o significado de sua missão espiritual. Dezenas de pequenos passarão, em meados do ano, pelo batismo, que pode levar dias.
A casa de reza da aldeia Tiaraju já está sendo preparada para receber a cerimônia e as centenas de pessoas que realizam uma das mais importantes práticas da religiosidade indígena.